CASO JULIANA: Acusado de extorquir e matar cunhada vai a Jurí Popular por Feminicídio.

Por Cleber Aguiar
Amigos do Botujuru Online em matéria da Web Tv Vitória e Portal G1, nesta quarta-feira (08), Dia Internacional da Mulher, Reginaldo Barbosa passará por júri popular, ele que é acusado de extorquir, matar e atear fogo no corpo da própria cunhada, Juliana Souza de Oliveira, de 27 anos.
O crime ocorreu em dezembro de 2021, Juliana foi achada carbonizada dentro de um latão em Campo Limpo Paulista.
Relembre o caso
Juliana estava desaparecida desde o dia 1º de dezembro de 2021, quando saiu para fazer um exame de sangue em Várzea Paulista, cidade que fica a cerca de oito quilômetros de distância de Campo Limpo Paulista. No dia 20, a Polícia Civil encontrou um corpo carbonizado na mesma área onde foi registrado o último sinal do celular de Juliana. Materiais pessoais da jovem, como uma bolsa e um cartão de ônibus, foram encontrados no local. O corpo estava queimado, dentro de um tambor, com marcas de tiros no metal. Mais tarde, um laudo do Instituto de Criminalística (IC) confirmou que o corpo era de Juliana.
As investigações sobre a morte de Juliana levaram a polícia até o cunhado dela, Reginaldo, que trabalhava como segurança em um loteamento às margens da Rodovia Edgard Máximo Zambotto, onde foi registrado o último sinal do celular de Juliana.
Na época, a Polícia Civil identificou diversas transferências bancárias de Juliana para o cunhado em 1º de dezembro de 2021, dia em que ela desapareceu. No mesmo dia, foi constatado um pagamento de R$ 20 de Reginaldo em um galão de diesel. Câmeras de segurança também registraram o trajeto de Reginaldo no dia do crime, primeiramente em direção ao terminal de ônibus de Campo Limpo Paulista e, depois, com a jovem no carro, para a Rodovia Edgard Máximo Zambotto.
Ele teve a prisão preventiva decretada no dia 4 de fevereiro de 2022.
O inquérito foi relatado pelo delegado Rafael Diório, que era responsável pela delegacia da cidade na época. Depois, Reginaldo foi denunciado pelo Ministério Público por dois crimes de extorsão, feminicídio com arma de fogo e destruição de cadáver.
No dia 22 de março de 2022, a Justiça aceitou a denúncia do MP e tornou Reginaldo réu.




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