TINDER: Golpista do Tinder cobra 100 mil reais por presença VIP em eventos

'O Golpista do Tinder'. Foto: Reprodução Netflix
Fonte: Metroworldnews.com.br
Camilla Viegas
E você aí achando que ele estaria preso, não é? Depois de ter sido acusado de fraudes, ele está livre e desfrutando de uma vida de luxo.
Depois da estreia do documentário ‘O Golpista do Tinder’, parece que quem está realmente lucrando com tudo isso é Simon Leviev, ou Simon Hayut. De acordo com informações do site especializado TMZ, ele estaria cobrando 20 mil dólares, cerca de R$ 103 mil reais, para fazer presença VIP em boates e eventos.
Se você assistiu ao documentário que estreou no início do mês na Netflix, já sabe que ‘O Golpista do Tinder’ é um documentário que estreou no catálogo da Netflix no dia 2 de fevereiro e vem tendo uma boa aceitação do público em geral, tendo ficado entre a lista dos Top 10 no Brasil nas semanas seguintes ao seu lançamento.
O documentário conta a história dos supostos crimes cometidos por Simon Leviev através do aplicativo de relacionamento Tinder, onde ele se contactava com mulheres e começava a extorqui-las e a ameaçá-las, pedindo somas milionárias para deixá-las em paz.
Segundo o TMZ, o golpista está recebendo ofertas de boates na Filadélfia e Boston, nos Estados Unidos, e até convites para viajar para a Alemanha e para o México. Ainda segundo o TMZ, o pagamento a Simon inclui ainda pedidos liberados de bebida, transporte em um jato particular, estada em um hotel 5 estrelas, serviço de carro SUV preto e 2 seguranças em tempo integral.
Este mês, ele foi visto comprando Ferraris em uma concessionária de carros de luxo de Tel Aviv e contratou os serviços de Gina Rodriguez, uma produtora de cinema norte-americana, que representa outros famosos do showbiz.
Simon Leviev foi banido do Tinder, mas, apesar de todas as denúncias e do documentário sobre seus crimes, ele continua sendo um homem livre. Em 2019, sob a denúncia de usar passaporte falso e fraudes anteriores, Simon Leviev foi preso e deportado para Israel, onde deveria ter cumprido uma longa sentença por suas dúvidas. Porém, ele acabou entrando em um programa que visava diminuir a população carcerária no país e acabou saindo da cadeia 15 meses após ter sido preso em Israel.



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