ASSUSTADOR: Calculadora com IA prevê morte com 78% de precisão.
- 24 de dez. de 2023
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Fonte: Metroworldnews.com.br
Bruno Nonato
Inovação assustadora usa dados da vida para antecipar o inevitável
Uma calculadora de morte com inteligência artificial (IA) promete prever, com precisão alarmante de 78%, o momento em que uma pessoa falecerá. Desenvolvida por pesquisadores da Universidade Técnica da Dinamarca, a IA chamada "life2vec" analisa diversos detalhes da vida, incluindo renda, profissão e histórico de saúde, para calcular a expectativa de vida.
O algoritmo intrigante: ?life2vec?
O algoritmo "life2vec" é a chave por trás dessa tecnologia surpreendente. Utilizando a lógica de que as vidas humanas têm semelhanças com a linguagem, o modelo compreende a sequência de eventos na vida de uma pessoa. Diferente de outros modelos, como o ChatGPT, esta IA específica examina o passado para prever não apenas a morte, mas também a personalidade e decisões de mudanças internacionais.
Os pesquisadores testaram o "life2vec" em uma população de 6 milhões de dinamarqueses, abrangendo diversas faixas etárias e gêneros, entre 2008 e 2020. Ao utilizar informações como renda e histórico profissional, a IA previu com precisão quem viveria por pelo menos quatro anos além de 1º de janeiro de 2016.
Detalhes impulsionam precisão
O modelo atribui tokens digitais a eventos específicos na vida, desde conquistas financeiras até condições de saúde. Por exemplo, uma fratura no antebraço é codificada como S52, enquanto trabalhar em uma tabacaria é IND4726. Essa abordagem minuciosa permitiu à IA prever com quase perfeição os óbitos até 2020.
O estudo destaca fatores que podem influenciar a morte precoce, como ser do sexo masculino, ter diagnóstico de saúde mental ou exercer profissão qualificada. Ganhar um salário mais alto e ocupar cargos de liderança, por outro lado, foram associados a uma vida mais longa.
Embora a IA não esteja disponível ao público, os pesquisadores pretendem explorar mais aplicações, como identificar fatores para uma vida mais longa. Sune Lehmann, líder do estudo, enfatiza que as previsões não serão compartilhadas individualmente, respeitando a privacidade dos participantes. O objetivo é entender os limites e possibilidades da previsão com o "life2vec".







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