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ANÁLISE: Relacionamento amoroso e trabalho combinam?

27 de jan. de 2022
2 min de leitura

Relacionamento amoroso e trabalho combinam? Foto: Pexels


Fonte: Metroworldnews.com.br


Luiz Lucas Ferreira

Especialista diz se é saudável manter esse tipo de relacionamento e como agir


Se apaixonar por alguém do seu trabalho não é algo incomum, mas é uma responsabilidade bem maior do que qualquer outra envolvendo relacionamentos. Os desafios são grandes, o principal deles são as conversas entre os outros funcionários e o risco de perder o emprego.


Mas, se você quer levar isso adiante, é preciso entender dois pontos: se você é correspondido e quais são as regras da empresa. Pensando que a empresa não tem restrição nenhuma sobre os funcionários se relacionarem, é preciso entender a responsabilidade mútua desse relacionamento.


A especialista Margareth Signorelli, pós-graduada em sexualidade e terapia sexual, pede para que seja imaginada a seguinte situação: você não é correspondida, mas a pessoa percebeu que você se apaixonou. Nesse caso, só existem duas atitudes: ser sincero e expor seus sentimentos ou não.


“Se decidir tomar a primeira atitude, marque uma conversa e diga que infelizmente se deixou envolver, mas que não deixará, de forma alguma, que isto interfira na sua conduta de trabalho. Aí você precisa procurar ajuda para superar o que não começou e nem tem previsão de começar entender que um relacionamento é muito mais do que a atração ou a admiração que adquirimos por alguém”, diz Margareth. Ela ainda diz que é importante ter a consciência que um relacionamento amoro precisa ser uma via de mais de uma mão e que não existe relação solitária.


Porém, pode ser que exista outra situação: você é correspondido, mas a outra parte pede segredo. “Aqui, você pode perceber, que se não der certo, você corre o risco de se machucar e até perder seu emprego, principalmente se a outra pessoa for seu chefe”, diz a especialista. Uma relação precisa de uma responsabilidade mútua, onde as duas partes se sintam aceitadas e respeitadas. “O importante nessas duas situações é cuidar de você em primeiro lugar e se tiverem que estar juntos, que seja de uma forma que os dois sejam valorizados, se sintam pertencer e possam ter um relacionamento saudável e equilibrado”, comenta.


E por último, Margareth traz uma reflexão: “é importante saber se estamos preparados a arriscar algo que leva tempo para ser construído e não queremos brincar com os sentimentos da pessoa e nem com os nossos. Mas se não tentarmos, como saber?”, finaliza.

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Em homenagem ao Fabiano Bizetto;

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