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AGLOMERAÇÃO URBANA DE JUNDIAÍ ( AUJ ) Parte 1 : O que é ?

15 de jul. de 2020
4 min de leitura

Amigos do Botujuru Online um pouco da história do AUJ ou melhor o Aglomeração Urbana de Jundiaí e o seu importante papel na economia Local e Estadual.

Fonte: Emplasa.sp.gov.br / Wikipédia

A Aglomeração Urbana de Jundiaí (AUJ) foi a primeira AU do Estado de São Paulo, institucionalizada em 24 de agosto de 2011 pela Lei Complementar Estadual nº 1.146.

Formada pelos municípios de Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Jarinu, Jundiaí, Louveira e Várzea Paulista, a unidade regional abriga aproximadamente 805 mil habitantes (1,77% da população paulista), segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2018 e gerou 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, em 2016.

A AUJ é formada por um eixo de urbanização quase contínuo entre duas regiões metropolitanas, São Paulo e Campinas, e é servida por um complexo viário que permite o acesso aos principais aeroportos do Estado e ao maior porto da América Latina, o Porto de Santos. Trata-se de uma região intensamente industrializada e de ampla acessibilidade com as regiões vizinhas. Destaca-se no cenário estadual pela sua importância na logística de distribuição e potencial industrial.

O dinamismo dessa aglomeração pode ser observado a partir dos ritmos de crescimento urbano e econômico no período 2000–2010. A AUJ registrou no período entre os dois últimos Censos Demográficos a taxa de crescimento populacional de 1,88% ao ano, a maior entre as unidades regionais do Estado, superior, inclusive, àquela verificada para a Macrometrópole (1,84%) e para o conjunto do Estado, cuja taxa foi de 1,10%.

Definições

É tecnicamente definido pela Emplasa como "aglomeração urbana intersticial".Seu projeto para oficialização foi assinado pelo governador Geraldo Alckmin em 30 de março de 2011 e enviado a Assembleia Legislativa,que o aprovou em 18 de Agosto de 2011.

Economia

Em 2007, a Aglomeração Urbana de Jundiaí representou 2,7% do PIB estadual. É uma região predominantemente industrial, com os municípios de Jundiaí e Louveira tendo perfil industrial com relevância estadual e os demais classificando-se com perfil industrial - exceto por Jarinu, com perfil de serviços. O município-sede destaca-se por sua indústria diversificada, relevando-se os setores de alimentos e bebidas, cerâmica, metal-mecânica, autopeças, borracha, plásticos e embalagens. No setor de serviços, destacam-se os centros logísticos e o comércio atacadista de alcance nacional.

Com seu PIB superior a 25 bilhões de reais em 2008, a Aglomeração Urbana de Jundiaí é um importante pólo industrial e econômico do estado, contando com empresas de porte como Astra, FEMSA, Ambev, Sara Lee, Siemens, Linden, Krupp, DHL, Procter & Gamble, Sifco, Plascar, Cereser, White Martins, Univen, Continental Teves, Akzo Nobel, Hellermann Tyton, Henkel, Takata Petri, Itautec, Foxconn, Compal, IBG, CBC, Deca, Mahle, Klabin, Elekeiroz, etc. É importante centro logístico, com os centros de distribuição da DHL, Casas Bahia, Magazine Luiza, Renault-Nissan, Sadia, Avon e Marfrig.

Educação

Há uma boa infraestrutura educacional, com destaque a Escola Superior de Educação Física (ESEF), Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ) e Centro Universitário Padre Anchieta. Também há unidades da UNIP, Faculdade Anhanguera, Faculdade Pitágoras, Faculdade de Ciências Gerenciais (FCG), Universidade de Campo Limpo Paulista (UNIFACCAMP). Há ainda unidades vinculadas ao Centro Paula Souza, tais como a FATEC Jundiaí, ETEC Vasco Antônio Venchiarutti, ETEC Benedito Storani e ETEC de Campo Limpo. O Sistema S possui unidades do SENAI em Jundiaí e Campo Limpo Paulista, e uma unidade do SENAC em Jundiaí. O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) mantém uma unidade de pesquisa.Há uma demanda regional com vistas a instalação de uma universidade pública em Jundiaí.

Transportes e Logística

A aglomeração urbana apresenta uma localização estratégica entre os dois maiores centros urbanos paulistas - Campinas e São Paulo. É um importante entrocamento rodoferroviário, apresentando fácil acesso aos aeroportos de Congonhas, Cumbica e Viracopos, além do Porto de Santos. Uma rede de distribuição de gás natural abrange grande parte do município-sede, Jundiaí, proveniente do gasoduto Bolívia-Brasil, que corta a aglomeração urbana. O transporte ferroviário de cargas é atendido pela antiga Santos-Jundiaí ou São Paulo Railway, atualmente sob concessão da MRS, que articula o interior do país a cidade de São Paulo e ao Porto de Santos.

As principais rodovias que cortam a Aglomeração Urbana de Jundiaí são a rodovia Anhangüera (SP-330), rodovia dos Bandeirantes (SP-348), administradas pela Autoban e que cortam Jundiaí, Louveira e Itupeva; rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto (SP-300), administrada pela Rodovias das Colinas, cortando Jundiaí, Itupeva e Cabreúva; rodovia Engenheiro Constâncio Cintra (SP-360), cortando Jundiaí, e a Rodovia Dom Pedro I (SP-65), cortando Jarinu, ambas administradas pela Rota das Bandeiras. Há outras rodovias de menor importância, com utilidade maior como ligação entre as cidades da aglomeração, como a Rodovia Vice-prefeito Hermenegildo Tonoli (SP-66/300), Rodovia Presidente Tancredo Neves (SP-322), Rodovia Edgard Máximo Zambotto (SP-354) e Rodovia Vereador Geraldo Dias (SP-322). Também possui fácil acesso ao Rodoanel Mário Covas, através do Sistema Anhanguera-Bandeirantes.

São ofertados serviços de transporte ferroviário passageiros na Linha 7 - Rubi, administrada pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM, que dá acesso a todo o sistema metroferroviário da Grande São Paulo com uma única passagem. Quatro estações encontram-se na Aglomeração Urbana de Jundiaí: Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista e Botujuru 17

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Em homenagem ao Fabiano Bizetto;

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