JUNDIAÍ: Anhangabaú é o bairro com mais casos confirmados de covid-19


Fonte: Jornal da Cidade

O bairro concentra 26 dos 363 casos positivos. O segundo com maior incidência é o Centro, com 18 casos

A Prefeitura informou nesta sexta-feira (15), que Jundiaí registra 363 casos positivos de Coronavírus, entre 115 que estão em casa em recuperação, 185 recuperados, 35 internados entre Jundiaí e outras cidades e 28 óbitos confirmados para COVID-19. Vale destacar que o aumento dos casos 'positivos em casa' é derivado da ampliação dos testes rápidos da rede privada e pública, encaminhados para a Vigilância Epidemiológica (VE), não necessariamente registrados nas últimas 24 horas.

A cidade contabiliza 65 casos suspeitos no aguardo de resultado, entre 33 aguardando em casa, 27 aguardando resultado internados e cinco óbitos.

Em internações, Jundiaí registra 42% de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pública com uso de respirador e 65% de ocupação de leitos de UTI na rede privada com pessoas com diagnóstico prévio de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Os cinco óbitos por SRAG com suspeita de COVID-19 aguardam laudos de exames. Desde o início da apuração, 43 óbitos foram descartados para COVID-19, de um total de 262 casos descartados.

Jundiaí chega a 1381 pessoas testadas para Covid-19

O gestor de Promoção de Saúde de Jundiaí, Tiago Texera, confirmou que nesta sexta-feira (15) o município de Jundiaí ultrapassou a marca de mil pessoas testadas para a Covid-19. Passaram pelo teste, no município, até agora, 1381 pessoas, com 82 casos confirmados - cerca de 6%. A informação foi dada em entrevista à TVTEC.

"Nas próximas duas semanas esse volume aumentará muito. É natural que aumentem os casos positivos. O acesso ao teste rápido depende de você ter tido uma síndrome gripal nos últimos 40 dias. E só ligar no Disque Corona e será orientado por profissionais de Saúde até o agendamento do teste", explicou.

O gestor de Saúde explicou que a curva da pandemia em todo o País está na fase do crescimento. "O que nos preocupa é esse crescimento ocorrer de maneira exponencial, acelerada e descontrolada", avaliou. "Esse crescimento precisa ser contido para a gente atingir o pico da doença e o número de casos começar a cair", disse.