BOTUJURU ONLINE : Especial Coronavírus - COD - 19


Clique no Link para o Curso: https://openwho.org/courses/introducao-ao-ncov

Vírus respiratórios emergentes, incluindo COVID-19: métodos para detecção, prevenção, resposta e controle

Este curso está disponível em português do Brasil. Os materiais em português europeu podem ser descarregados na secção Documentos.

Os coronavírus são uma grande família de vírus que causam doenças que variam do resfriado comum a doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).

Um novo coronavírus (COVID-19) foi identificado em 2019 em Wuhan, China. Este é um novo coronavírus que não havia sido identificado anteriormente em humanos.

Este curso fornece uma introdução geral ao COVID-19 e vírus respiratórios emergentes, e destina- se a profissionais de saúde pública, gerentes de incidentes e pessoas que trabalham para as Nações Unidas, organizações internacionais e ONGs.

Uma vez que o nome da doença foi estabelecido após a criação dos materiais, qualquer menção ao nCoV refere-se ao COVID-19, a doença infeciosa causada pelo coronavírus recentemente descoberto.

Visão geral: Este curso fornece uma introdução geral aos vírus respiratórios emergentes, incluindo novos coronavírus. No final deste curso, você deve ser capaz de descrever:

A natureza dos vírus respiratórios emergentes, como detectar e avaliar um surto, estratégias para prevenir e controlar surtos devido a novos vírus respiratórios;

Quais estratégias devem ser usadas para comunicar riscos e envolver as comunidades para detectar, prevenir e responder ao surgimento de um novo vírus respiratório. Existem recursos anexados a cada módulo para ajudá-lo a aprofundar-se neste tópico.

Objetivo da aprendizagem: Descrever os princípios fundamentais dos vírus respiratórios emergentes e como responder efetivamente a um surto.

ATENÇÃO:

Será notificado quando novos vídeos forem adicionados. Atualmente, os materiais são oferecidos como conjuntos de slides. O curso oferecerá um certificado no futuro, após a publicação de todos os módulos e a inclusão de um questionário em cada módulo. Os materiais do curso estão a ser traduzidos para outros idiomas. Traduzido para o português pelos Tradutores Sem Fronteiras de Emerging respiratory viruses, including COVID-19: methods for detection, prevention, response and control, 2020. A OMS não se responsabiliza pelo conteúdo ou precisão desta tradução. No caso de existir alguma inconsistência entre a versão em inglês e a tradução em português, a versão em inglês deve ser a versão obrigatória e autêntica.

Course contents Vírus Respiratórios Emergentes, incluindo o COVID-19: Introdução : Esta breve introdução fornece uma visão geral dos vírus respiratórios emergentes, incluinco o COVID-19.

Módulo A: Introdução aos vírus respiratórios emergentes, incluindo COVID-19: Objetivo geral de aprendizagem: ser capaz de explicar por que um vírus respiratório emergente, incluindo o COVID-19, representa uma ameaça global à saúde humana.

Módulo B: Vigilância aprimorada e investigações de surtos de patógenos respiratórios emergentes: Objetivo geral de aprendizagem: descrever como detectar e avaliar um surto de vírus respiratório emergente

Módulo C: Comunicação de Risco e Envolvimento Comunitário: Objetivo geral de aprendizagem: descrever quais estratégias que devem ser utilizadas para comunicar riscos e envolver as comunidades na detecção, prevenção e resposta ao COVID-19

Módulo D: Prevenção e resposta a um vírus respiratório emergente, incluindo COVID-19: Objetivo geral de aprendizagem: descrever estratégias para prevenir e controlar patógenos respiratórios emergentes, incluindo surtos de COVID-19

Fonte: world health organization coronavirus

Coronavírus: população idosa precisa de atenção especial

Diante das medidas recentes anunciadas pelo GDF e do aumento do número de casos de Covid-19, brasilienses e instituições de cuidados para pessoas com mais de 60 anos adotam protocolos para evitar que a doença apresente risco à vida dessa população

Antes de ser considerada como uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a proliferação do coronavírus preocupava as autoridades, principalmente em se tratando dos idosos. A população com mais de 60 anos, além de pessoas com doenças crônicas, têm mais chances de desenvolver um quadro grave da doença do que outros grupos. Em virtude disso, alguns brasilienses têm mudado hábitos para evitar a autoexposição. No mesmo caminho, asilos e casas de acolhimento da capital federal passaram a restringir visitas e a incentivar, ainda mais, as práticas de higiene pessoal — os funcionários, inclusive.

A vulnerabilidade do organismo dos idosos — mais comum à medida que se envelhece — coloca esse grupo no topo das prioridades do poder público. Na última segunda-feira, o Ministério da Saúde anunciou que eles serão os primeiros vacinados contra a gripe, na campanha que começa no dia 23. Apesar de a dose não proteger contra o coronavírus, a medida pode auxiliar na detecção precoce de novos casos de covid-19 por facilitar o descarte de outras doenças respiratórias. A Defesa Civil também começou a vistoriar asilos, além de orientar os gestores dessas casas.

Enquanto o período de imunização não tem início, moradores idosos do Distrito Federal fazem o que podem para se proteger. Ainda que as recomendações sejam as mesmas para toda a população, há quem opte por não arriscar e por limitar o contato com outras pessoas. Moradora do Jardim Botânico, Emília Maria da Costa, 74 anos, tem dado preferência para programações mais caseiras.Continua depois da publicidade

Além de fazer parte da parcela da população mais suscetível a desenvolver um quadro grave da covid-19, a professora aposentada fez uma cirurgia para remover um timoma — tumor raro que se desenvolve na glândula do timo. A cirurgia a deixou com 60% do pulmão esquerdo e, por isso, a atenção é redobrada. “Estamos muito mais suscetíveis a infecções que uma pessoa mais jovem, porque todo o nosso processo é mais lento. Se você tem uma doença, como tenho, precisa se cuidar mais ainda”, recomenda Emília.

Na casa dela, mais do que antes, o álcool em gel tornou-se item indispensável e fica à disposição desde a porta de entrada até os banheiros. “Às vezes, achamos que, por estar com a saúde legal, temos resistência e queremos nos igualar a uma pessoa de 35, 40 anos. Mas esta é a hora de ter cuidado e de fazer um pouco de sacrifício, recolher-se mais”, opina.

Investimentos

Médico e diretor da Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UnATI/Uerj), Renato Veras ressalta que a suscetibilidade para contaminação é a mesma, mas para grupos de idosos, os resultados podem ser “mais perversos”. O pesquisador alerta para a necessidade de investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS), de modo a garantir o acesso à medida em que os casos aumentem. “Vamos começar a ter um vírus da comunidade. Imagine nos grandes conglomerados, favelas, (locais) com baixa assistência. Vamos ter de fazer um esforço muito grande com o SUS funcionando de forma precária”, alerta.

Em relação aos lares para idosos, Renato ressalta que eles podem se tornar locais protegidos se não houver grande circulação de pessoas de fora. O médico lembra que o ideal é fugir de locais populosos e fechados; para quem permanecer em casa, vale evitar visitas e ficar atento à higienização das mãos ao longo do dia. “Esses cuidados valem não só para o idoso, como também para a família. Precisamos de prevenção e cuidado para que essa pessoa não seja acometida, pois sabemos que a probabilidade de um desfecho negativo acontecer é maior em pessoas com 70 ou 80 anos, do que em um jovem de 15, por exemplo”, comparou.

Visitas suspensas e prevenção

Asilos e locais que prestam atendimento ao público idoso têm buscado promover um ambiente seguro aos acolhidos, além de seguir as recomendações da Secretaria de Saúde. Visitas de familiares e voluntários estão temporariamente suspensas em alguns deles. A coordenadora administrativa do Lar São José da Casa do Candango, Danielle Rodrigues, explica que, além da alteração no vaivém de familiares, há cautela até para o recebimento de doações. “Evitamos ao máximo o contato com as pessoas de fora. Qualquer contribuição voluntária é bem-vinda, mas decidimos não deixar ninguém entrar por enquanto”, conta Danielle.

No Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, em Sobradinho, os procedimentos de higiene se intensificaram. Os moradores usam constantemente o álcool em gel e lavam as mãos sempre que possível. Além disso, quem apresentar qualquer sintoma respiratório, usa máscara. “Estamos evitando visitas de grupos, de pessoas que viajaram para o exterior e de quem não costuma frequentar (o lar), bem como toques, abraços e beijos. Com certeza estamos mais atentos a isso tudo”, ressalta a coordenadora e psicóloga do espaço, Priscila Fernandes.

A precaução não se restringe a instituições vinculadas à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). O terapeuta ocupacional Messias Rodrigues, do Centro Terapêutico Integrado Longeviver, percebeu uma queda expressiva no número de pacientes da instituição na quinta-feira, um dia após sair o decreto do GDF. “Houve uma redução drástica. Muitos desmarcaram consultas com medo da doença”, diz. Em atenção à pandemia, a clínica enviou mensagens a pacientes e funcionários com a recomendação de que evitem a clínica caso apresentem algum sintoma ou tenham tido contato com suspeitos de contrair a Covid-19.

Nas duas unidades do Grupo Altevita, a precaução foi redobrada. A diretora clínica, Mariana Ruback, ofereceu treinamentos sobre higiene e cuidados com o ambiente para toda a equipe. “Pedimos para que os funcionários deixem a porta dos quartos abertas e também restringimos as visitas de pessoas com qualquer sintoma.” Para entrar nas unidades é necessário passar por avaliação: “Medimos a temperatura das pessoas e vemos se há algum sintoma de gripe. Temos um público com saúde bastante debilitada, todo o cuidado é pouco”, destaca a médica.

Informes

Para seguir à risca as orientações sobre como manter uma vida sadia, hábitos saudáveis fazem parte da rotina da empresária Algecira Amaral, 73. Todos os dias, ela come hortaliças e legumes cultivados em uma horta caseira e se exercita em casa, com esteira e bicicleta ergométrica. A rotina começa por volta das 5h30. São 2,8km de caminhada e 20 minutos de pedal. “Minha preocupação com a saúde é muito grande. Busco fortalecê-la sempre”, afirma a moradora do Lago Norte.

Os hábitos de higiene não ficam de fora: “Estou sempre lavando as mãos e usando álcool em gel”. A recomendação vale para amigos e colegas de trabalho também. Os funcionários da loja de materiais de construção da qual ela é sócia, em Taguatinga, estão cientes das medidas para evitar a propagação do vírus. “Mandamos imprimir vários avisos com informações para serem espalhados por toda a loja. Como a rotatividade lá é grande, temos de nos cuidar”, reconhece Algecira.

Determinações

O governador Ibaneis Rocha (MDB) publicou novo decreto ontem que prevê a suspensão das aulas de todas as escolas, universidades e faculdades do DF por mais 15 dias, a contar de amanhã, além de eventos que precisem de alvará e reúnam mais de 100 pessoas. A medida incluiu ainda a recomendação de que restaurantes e bares observassem a distância mínima de dois metros entre as mesas. Também há a recomendação de que, em eventos abertos, os participantes mantenham distância mínima de um metro entre si.

Recomendações

Ao perceber sintomas como febre, tosse e dificuldade para respirar, procure atendimento médico; Mantenha distância de, pelo menos, um metro de pessoas que estão doentes; Atenção a crianças e pessoas que estão tossindo, mas não apresentam indícios de covid-19, pois é possível que elas transmitam o coronavírus mesmo sem sintomas; Tenha uma rotina regular de limpeza das mãos com produtos de higiene à base de álcool, além de água e sabão — especialmente antes de comer e após ir ao banheiro ou cumprimentar pessoas; Sempre que tossir ou espirrar, use a parte interna do cotovelo dobrada sobre a boca para cobri-la; Evite tocar regiões como olhos, nariz e boca; Caso se sinta mal, mantenha-se em casa. Procure a unidade de saúde apenas de se apresentar sintomas graves (febre, tosse etc) Use máscaras se estiver com sintomas relacionados ao coronavírus ou cuidando de alguém que esteja com a doença. O item só pode ser usado uma vez; Fumar, usar mais de uma máscara ao mesmo tempo e se automedicar não é indicado.

Fontes: OMS/ https://www.correiobraziliense.com.br/

Especial Coronavírus: como ficam as relações de trabalho?

Em caso de medidas de quarentena e isolamento, as faltas ao trabalho serão consideradas justificadas.

13/03/20 - A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, nesta quarta-feira (11), pandemia global do coronavírus. Incluem-se, entre as recomendações de prevenção, a limpeza e higienização do local de trabalho, a promoção regular de limpeza das mãos e a disposição de lenços em locais de fácil acesso. Também foi recomendado evitar multidões e sugerido o teletrabalho no caso de epidemia. Confira aqui o informativo da OMS, divulgado em 27/2.

Quarentena e isolamento

No início de fevereiro, foi sancionada no Brasil a Lei 13.979/2020, que dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus. O isolamento e a quarentena (restrição de atividades ou separação de pessoas, bagagens, contêineres, animais, meios de transporte ou mercadorias suspeitos de contaminação das pessoas que não estejam doentes, a fim de evitar a possível contaminação ou a propagação do vírus) são algumas das medidas que podem ser aplicadas pelo Poder Público.

Neste caso, o período de ausência decorrente será considerado falta justificada ao serviço público ou à atividade laboral privada (artigo 3º, parágrafo 3º). As medidas de isolamento e quarentena, no entanto, somente poderão ser tomadas pelos gestores locais de saúde, mediante autorização do Ministério da Saúde. A Portaria 356/2020 do Ministério da Saúde regulamenta diversos procedimentos da Lei da Quarentena.

No caso de afastamentos não decorrentes do coronavírus, aplicam-se as disposições gerais para licença por motivo de saúde. Neste caso, trabalhadores filiados ao Regime Geral de Previdência Social incapacitados para o trabalho ou para sua atividade habitual por mais de 15 dias têm direito ao auxílio-doença. Durante os primeiros 15 dias consecutivos de afastamento, cabe à empresa pagar ao empregado o seu salário integral. Após o 16º dia, o pagamento é feito pelo INSS.

Os demais filiados ao INSS, como prestadores de serviço, profissionais autônomos e outros contribuintes para a Previdência, também podem acionar o órgão para ter direito ao auxílio-doença.

Teletrabalho

Uma das medidas sugeridas para evitar a aglomeração de pessoas é o teletrabalho, definido como a prestação de serviços preponderantemente fora das dependências do empregador, com a utilização de tecnologias de informação e de comunicação que, por sua natureza, não se constituam como trabalho externo.

De acordo com o artigo 75-C da CLT, a prestação de serviços nessa modalidade deve constar expressamente do contrato individual de trabalho, que especificará as atividades realizadas pelo empregado. O teletrabalho pode ser estabelecido por mútuo consentimento entre empregado e empregador a partir de aditivo contratual.

No caso de uma situação de emergência eventual, no entanto, como no caso do Covid, a adoção do trabalho remoto é temporária e pode prescindir de algumas etapas formais, desde que respeitados os limites estabelecidos na legislação trabalhista e no contrato de trabalho. Embora o empregado esteja trabalhando em casa, o local contratual da prestação do serviço continua sendo a empresa.

Uma das medidas adotadas pelo Tribunal Superior do Trabalho em relação ao coronavírus foi justamente ampliar o número de servidores em trabalho remoto. A modalidade existe formalmente no TST desde 2012 e segue parâmetros estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça e pelo Tribunal. No momento, visando conter a possível disseminação do vírus, as exigências administrativas foram suspensas por 15 dias em relação aos servidores que tenham regressado de viagens a localidades em que o surto do Covid 19 tenha sido reconhecido. A medida também se aplica a magistrados e servidores, colaboradores ou estagiários que apresentarem sintomas respiratórios ou febre.

Ambiente saudável

Está entre as obrigações da empresa cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho. Além disso, também deve instruir os empregados, por meio de ordens de serviço, sobre as precauções a tomar para evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais (CLT, artigo 157, incisos I e II).

O empregado, da mesma forma, tem o dever de observar as normas de segurança e medicina do trabalho e colaborar com a empresa na sua aplicação. Quando correr perigo manifesto de mal considerável (artigo 483, alínea “c”, da CLT), ele pode considerar rescindido o contrato e pleitear a devida indenização, desde que configurado risco iminente.

Prevenção no TST

Além da ampliação do teletrabalho, o TST vem adotando diversas medidas preventivas para o público interno e externo. As práticas recomendadas para a prevenção estão sendo divulgadas em cartazes e banners instalados nos locais de maior trânsito de servidores e na sua rede interna (intranet). O fornecimento de álcool gel foi aumentado, e os equipamentos de trabalho estão sendo higienizados com álcool 70%. As atividades do berçário foram suspensas até 16/3, e a capacidade do restaurante foi reduzida para observar a distância de dois metros entre as mesas determinada por decreto do governador do Distrito Federal (Decreto 40.509/2020).

Também para evitar a transmissão do vírus, o Tribunal suspendeu temporariamente eventos, viagens e reuniões presenciais que não sejam imprescindíveis, a entrada de público externo na Biblioteca Délio Maranhão e no restaurante, a visitação pública e o atendimento presencial do público externo que puder ser prestado por meio eletrônico ou telefônico. O acesso às salas de sessão também está restrito âs partes e aos advogados dos processos em pauta.

Fonte: http://www.tst.jus.br/

Campeonato Paulista é suspenso por tempo indeterminado em precaução ao coronavírus

O Campeonato Paulista está suspenso por tempo indeterminado, em função da pandemia de coronavírus. Na manhã desta segunda-feira, representantes dos 16 clubes da elite estadual tiveram uma reunião na Federação Paulista de Futebol e a decisão da maioria foi favorável a paralisação.

A FPF vinha sendo bastante cobrada por pedidos de técnicos, jogadores e dirigentes para a pausa na disputa, como forma de prevenção da propagação da doença.

No último domingo, por exemplo, após o empate em 1 a 1 do Corinthians com o Ituano, o treinador Tiago Nunes foi a público expressar sua preocupação e pedir a suspensão do Paulistão. “Se houver qualquer tipo de perigo a saúde, seja de uma pessoa que seja, o futebol tem que parar. Futebol é a coisa mais importante das menos importantes, Saúde em primeiro lugar, bem-estar, futebol fica em segundo plano nesse momento”, revelou.

No mesmo dia, a CBF anunciou que todas as competições organizadas por ela estariam paralisadas pelo mesmo motivo. Apesar da medida, a Confederação Brasileira de Futebol tinha deixado aberta a decisão às federações estaduais se os regionais deviam ou não continuar.

Veja na íntegra a nota emitida pela Federação Paulista de Futebol sobre a paralisação do Campeonato Paulista:

Toda a 10ª rodada do Campeonato Paulista do último final de semana já foi realizada sem a presença de torcedores, bem como a realização do clássico campineiro desta segunda-feira, entre Guarani e Ponte Preta.

Sem datas para o retorno, ainda restam duas rodadas para o fim do Paulistão. Hoje, dos quatro grandes, apenas o Corinthians não está avançando. A Federação Paulista de Futebol vem a público informar o resultado da reunião entre os presidentes de clubes do Paulistão Sicredi 2020, com a presença do Sindicato de Atletas Profissionais de São Paulo, sobre a pandemia do novo Coronavírus.

Os clubes votaram e decidiram em consenso pela paralisação da competição. Dessa maneira, a FPF anuncia que, a partir desta terça-feira (18), as partidas do Paulistão Sicredi 2020 estão suspensas por prazo indeterminado.

Fonte: Gazeta Esportiva

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